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sábado, 11 de fevereiro de 2012

Instituto lança programa de apoio ao paciente com câncer


Segundo estimativas do Instituto Nacional do Câncer (INCA), cerca de 500 mil novos casos de câncer serão diagnosticados na população brasileira em 2012.

Diante da gravidade do tema e das inúmeras barreiras enfrentadas pelos pacientes com câncer, o Instituto Oncoguia lançou o Programa de Apoio ao Paciente com Câncer ( PAP). Trata-se de um programa com três frentes de atendimento especializado e qualificado aos pacientes e familiares. São eles:

  • Central 0800-7731666 – serviço de atendimento telefônico gratuito personalizado, onde a pessoa será direcionada para o profissional apto a ajudá-la. Eles poderão buscar informações sobre prevenção, qualidade de vida e direitos do paciente com câncer
  • Fale conosco – no site do Instituto Oncoguia - www.oncoguia.org.br as pessoas poderão enviar suas dúvidas, buscar informações sobre os diferentes tipos da doença, novidades para seu caso, para isto, precisa realizar um prévio cadastro no portal da Instituição. Além disso, os usuários cadastrados terão acesso a conteúdos exclusivos, materiais específicos sobre o mundo do câncer e avisos de eventos
  • Chat Oncoguia – chats com temas de interesse do paciente com participação de especialistas e assuntos da atualidade. Para participar deste canal o usuário precisa ser cadastrado.
Para maiores informações, acesse:

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Minuto saúde: Hepatites virais

Informações atualizadas sobre as ações afirmativas do Ministério da Saúde no diagnóstico e tratamento das hepatites virais. Assista ao vídeo! Saiba mais e divulgue!


Ministro Alexandre Padilha inaugura a primeira edição do Minuto da Saúde falando sobre a campanha de combate às hepatites virais.

Hot site: www.hepatitesvirais.com.br
Facebook: http://www.facebook.com/minsaude

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

SP inicia 'força-tarefa' para vacinar 5,8 milhões de paulistas contra hepatite B


A partir deste ano a imunização contra a Hepatite B pelo SUS foi ampliada para a população com até 29 anos de idade



A Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo inicia nesta semana uma "força-tarefa" em todo o Estado para imunizar cerca de 5,8 milhões de paulistas contra a hepatite B.

A vacina, que estava disponível até o ano passado para a população desde o nascimento até 24 anos de idade, agora também será oferecida gratuitamente, pelo SUS (Sistema Único de Saúde) às 3,7 milhões de pessoas que possuem entre 25 e 29 anos em todo o Estado. Outros 2,1 milhões de paulistas com até 24 anos ainda não completaram o esquema completo de três doses para imunização contra a doença.

O objetivo desta intensificação nos meses de janeiro e fevereiro é aproveitar o período de férias escolares para imunizar a população contra a doença, principalmente os adolescentes com idades entre 15 e 19 anos. Dados da Secretaria apontam que um em cada três paulistas nesta faixa etária ainda não foi imunizado contra a hepatite B, apesar de a vacina estar disponível gratuitamente nos postos de saúde.

"A vacina é a melhor forma de prevenção contra a hepatite B. Por isso é muito importante que as pessoas aproveitem o período de férias para ir ao posto de saúde e colocar a carteira em dia, especialmente os adolescentes entre 15 e 19 anos.", afirma Helena Sato, diretora de Imunização da Secretaria de Estado da Saúde.

Os postos de saúde funcionam de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. Além da população com até 29 anos de idade, a vacina contra hepatite B está disponível gratuitamente para grupos considerados de risco, como profissionais do sexo, homens que fazem sexo com homens, usuários de drogas injetáveis, manicures, podólogos e profissionais de saúde, entre outros.

Para ficar completamente protegido contra a doença é preciso tomar três doses da vacina. A segunda dose acontece um mês depois da inicial. A terceira, após seis meses. A Secretaria entrou em contato com as administrações municipais para que a vacinação seja reforçada nos próximos dois meses.

Fonte: Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo
           http://www.saude.sp.gov.br/

sábado, 7 de janeiro de 2012

Refluxo Gastroesofágico: quais são os fatores de risco?

A Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE) é caracterizada pelo refluxo do conteúdo ácido proveniente do estômago, provocando sintomas desagradáveis e/ou complicações (esôfago de Barret, estenose, úlcera esofágica e sangramento) .
Um amplo estudo populacional brasileiro abrangendo cerca de 20.000 pessoas em 22 cidades representativas de diferentes regiões do país, identificou prevalência da DRGE ao redor de 12% em nosso meio.
Dentre os sintomas típicos da doença encontram-se a pirose ( algumas vezes chamada de "azia", representada pela sensação de queimação no peito que por vezes pode atingir até a garganta) e a regurgitação (definida como a percepção do fluxo do conteúdo gástrico refluído para a boca ou garganta).
Associados a estes sintomas, podem também ocorrer: salivação excessiva, eructação (arroto) e sensação de opressão no peito que, por vezes mimetiza até mesmo um infarto.

São fatores de risco para a DRGE: 
  1. IDADE. A DRGE aumenta acentuadamente com a idade.
  2. SEXO. Acomete ambos os sexos, mas costuma ser mais prevalente em mulheres.
  3. GESTAÇÃO. A pirose e a regurgitação aumentam durante a gestação pelo crescimento do útero e compressão do estômago
  4. HÉRNIA DE HIATO.  Os fatores anatômicos de contensão do refluxo gastroesofágico são alterados pela presença da hérnia hiatal, principalmente nas hérnias moderadas a grandes.
  5. FATORES GENÉTICOS. Estudos sugerem o caráter genético da doença ao encontrar vários casos na mesma família.
  6. OBESIDADE. A DRGE é mais frenquente em obesos pelo aumento da pressão intra-abdominal.
  7.  MEDICAMENTOS. Certos medicamentos conhecidos aumentam a incidência de refluxo, como os antidepressivos, alguns anti-hipertensivos, alendronato, teofilina, entre outros.
  8. TABAGISMO
  9. BEBIDAS ALCOÓLICAS
  10. ALIMENTAÇÃO RICA EM GORDUROSOS, CÍTRICOS, CHOCOLATE, MOLHOS E CAFÉ.
  11. REFEIÇÕES COPIOSAS
  12. ESFORÇOS FÍSICOS EXCESSIVOS. Carregar pesos e atividade física após alimentação. 

Lembre-se: não adianta protelar a resolução do problema. Quando não tratada corretamente, a DRGE pode ocasionar graves prejuízos à sua saúde. Cuide-se bem e procure sempre um especialista.

Leia mais sobre refluxo gastroesofágico. Acesse:
Doença do Refluxo Gastroesofágico - uma afecção crônica
Sintomas Noturnos do Refluxo Gastroesofágico


Boa Alimentação e Longevidade

Os estudos científicos confirmam: os principais fatores que levam a um envelhecimento precoce são os erros alimentares cometidos durante a vida, além da exposição solar excessiva, o estresse e o hábito de fumar. E dentre todos esses fatores, a nutrição é a que mais está ligada à qualidade de vida e a longevidade do ser humano. A alimentação, desde que nutricionalmente adequada, exerce papel fundamental no retardo do processo de envelhecimento, na melhora da performance mental e física, além de auxiliar na manutenção do peso adequado e na melhora do sistema imunológico.


O consumo excessivo de alimentos ricos em gordura, sal, carboidratos simples (produtos refinados como açúcar) e o consumo exagerado de bebidas alcoólicas ao longo da vida, são hábitos amplamente relacionados com as alterações físicas e doenças ligadas ao envelhecimento. Ao contrário, a ingestão de alimentos ricos em fibras, vitaminas, minerais, hortaliças, cereais integrais, nozes e castanhas variadas, está relacionada ao retardo do envelhecimento e redução de doenças relacionadas à idade tais como osteoporose, cardiovasculares, Mal de Alzheimer, câncer de mama e próstata, entre outras.

É importante que as pessoas saibam que o envelhecimento cronológico pode ser bem diferente do envelhecimento fisiológico e funcional. Assim, pessoas da mesma idade cronológica, sobretudo após os 50-60 anos, podem ter seu envelhecimento funcional e fisiológico diferenciado, aparentando mais ou menos idade. Essa diferenciação é provocada pelo estilo de vida que cada pessoa adota em seu dia a dia. Se esse estilo de vida não for adequado, saudável, o envelhecimento fisiológico e funcional será mais acelerado. Contudo, sempre há tempo para tentar reverter a situação; modificações nos hábitos alimentares e a prática de exercícios físicos podem trazer grandes benefícios para o corpo e para a mente mesmo para as pessoas que já chegaram a meia idade e nunca tiveram hábitos saudáveis de vida.

Dieta da longevidade

* O consumo de carboidratos complexos como pães integrais, cereais (aveia, centeio), arroz integral, etc.

* Recomenda-se que sejam, sempre que possível, consumidos de forma integral, uma vez que o processamento do trigo, arroz e outros grãos traz perdas significativas de nutrientes, principalmente de fibras;

* O consumo de frutas e vegetais variados (são as maiores fontes de vitaminas, sais minerais). São também ricos em fibras;

* O consumo de carnes magras, aves sem pele, peixes, laticínios desnatados, leguminosas (soja, feijão, ervilha, lentilha, grão de bico), nozes e castanhas : alimentos ricos em proteínas, necessárias para a construção e manutenção dos tecidos orgânicos, formação de enzimas, hormônios e vários líquidos e secreções corpóreas.

* O consumo de água durante todo o dia (no mínimo 8-10 copos)

Neste cardápio deve-se evitar ou moderar o consumo de alimentos ricos em gorduras, açúcar e sal. O consumo desses três componentes alimentares está relacionado às doenças cardiovasculares, hipertensão, câncer (principalmente de mama e próstata), entre outras enfermidades, além de que os excessos se acumulam em forma de gorduras indesejáveis, celulite e trazem transtornos para o corpo todo. Resumindo:

  •  Evite gorduras, frituras, consuma carnes magras e aves sem pele, dê preferência para peixes como salmão, atum, sardinha, cavala, ricos em gorduras importantes para a nossa saúde e bem estar (ácidos graxos ômega-3); evite alimentos embutidos como salames, salsichas, presuntos, lingüiças, etc, ricos em gordura saturada e colesterol.

  •  Reduza o consumo de churrascos e assados em brasa; a fumaça que impregna as carnes é cancerígena e formadora de radicais livres que favorecem o envelhecimento precoce;

  •  Modere o consumo de açúcar (doces, refrigerantes, etc) e sal; em excesso o açúcar se transforma em gordura colocando em risco seu peso e o sal causa retenção hídrica, proporcionando inchaço e edemas;

  •  Prefira o azeite de oliva para temperar saladas e dê preferência aos óleos de canola, girassol e milho para o preparo de outros pratos; use-os com moderação;

  •  Beba pouco álcool; bebidas alcoólicas fornecem calorias, mas não nutrientes, por isso engorda e causa outros problemas para a nossa saúde. O consumo de 2 cálices de vinho tinto ao dia, mas não mais do que isso, pode ser benéfico para o coração.


Reforço especial a partir dos 50 anos

A alimentação deve ser monitorada em todas as fases da vida. No entanto, a partir dos 50 anos muitas vezes é necessário um “reforço” especial, isto porque é nessa fase da vida que os processos catabólicos ou degenerativos tornam-se maior do que a taxa de regeneração celular anabólica. Por conta disso, a perda de células resultantes leva a vários graus de menor eficiência e função orgânica deficiente, inclusive menor absorção de nutrientes, causando também uma perda progressiva da massa corpórea.

Com o avançar da idade, mudanças no paladar, menor secreção salivar entre outros fatores que diminuem a capacidade de mastigação e deglutição do alimento, levam também a uma diminuição do consumo de carnes, frutas e vegetais frescos, resultando em ingestão inadequada de ferro, zinco, entre outros nutrientes importantes. Como se não bastasse, o acúmulo de radicais livres é muito maior após essa idade. Os radicais livres são moléculas formadas em nosso corpo por conta, principalmente, da exposição à poluição, fumaça do cigarro, raios solares, drogas, alimentos gordurosos, etc. O efeito cumulativo dessas moléculas pode causar alterações irreversíveis nas células aumentando o risco de doenças crônicas como câncer, enfraquecendo o sistema imunológico e levando ao envelhecimento precoce. Por isso, uma suplementação nutricional adequada após os 50 anos pode ajudar a combater a ação dos radicais livres, bem como repor os nutrientes que se encontram deficientes na alimentação do dia a dia.

O envelhecimento é portanto um processo biológico natural e as mudanças vão ocorrendo lentamente  influenciadas por alguns fatores, especialmente a alimentação. Se você deseja ultrapassar a barreira dos 90, 100 anos com qualidade de vida, mantendo por mais tempo suas características juvenis e livre de doenças associadas à idade, é importante começar desde já a pensar no que anda comendo.

Alimente-se bem. Seu organismo agradece!

Hemorróidas - Avalie seus sintomas


Ultimamente, quantas vezes você:
  • Se esforça para evacuar?
0 - Nenhuma vez
2 - Algumas vezes
4 - Quase sempre
6 - Sempre
  • Ao evacuar ocorre sangramento visto no papel higiênico ou nas fezes?
0 - Nenhuma vez
2 - Algumas vezes
4 - Quase sempre
6 - Sempre
  • Sente dor durante ou após a evacuação?
0 - Nenhuma vez
2 - Algumas vezes
4 - Quase sempre
6 - Sempre
  • Ocorre inchaço na região anal?
0 - Nenhuma vez
2 - Algumas vezes
4 - Quase sempre
6 - Sempre

Some os pontos de todas as respostas:

0 pontos = Você está bem, mas fique atento a qualquer alteração.
2 a 8 pontos = Procure um proctologista para verificar se há possibilidades de problemas hemorroidários.
8 a 16 pontos = Você precisa procurar um proctologista, evite que seu problema se agrave.
Acima de 16 pontos = Consulte um proctologista imediatamente para evitar complicações mais graves.

Importante: Nem todo sangramento pelo ânus é causado por hemorróidas. Hemorróidas não causam câncer, porém podem confundir o diagnóstico.

Saiba mais e previna-se!
Acesse!





sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Halitose (mau hálito): origem e tratamento


O que é halitose?
A halitose é uma condição caracterizada pelo hálito de odor desagradável, podendo significar ou não uma alteração patológica. É um sinal indicativo de alguma disfunção orgânica (que requer tratamento) ou fisiológica (que requer apenas orientação).
Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), aproximadamente 40% da população mundial é acometida de halitose e sofre suas consequêcias sociais, profissionais e psicoafetivas.
As pessoas podem não ter conhecimento do seu próprio hálito, entretanto, podem ser capazes de detectar a halitose em pessoas do seu convívio. Isto acontece pois a percepção de cada um em relação a um determinado odor é alterada através da exposição contínua do odor aos sensores olfativos. Denominamos isto de " fadiga olfativa " e um exemplo clássico é o fato de não sentirmos mais o odor do perfume que usamos habitualmente depois de certo tempo.


O hálito é composto pelo ar expirado após a inspiração que provoca as trocas gasosas fisiológicas, associado às substâncias eliminadas por via pulmonar. Estas substâncias partem do intestino para o fígado, para a bile, para o sangue e finalmente para os pulmões, quando são eliminados pela expiração.

Origem e Classificação

A halitose é classificada de acordo com sua etiologia em:
  • HALITOSE GENUÍNA ( fisiológica ou patológica ) - referida pelo paciente e de fato percebida pelo médico.
  • PSEUDO-HALITOSE
  • HALITOFOBIA
HALITOSE GENUÍNA Fisiológica
A halitose fisiológica matinal relaciona-se a diminuição do fluxo salivar durante o sono: existe um fluxo mínimo de saliva durante o sono. Assim, ocorre putrefação de células epiteliais esfoliadas que permanecem retidas durante esse período ocasionando um odor desagradável, o qual desaparece após a higienização oral pela manhã, restabelecendo o fluxo salivar aos valores normais.
Existe outro tipo de halitose que é a temporária, de origem alimentar. Esta pode ser causada pela ingestão de alimentos com alho, cebola, condimentos e pela ingestão de bebidas alcoólicas. O metabolismo destes alimentos e bebidas produz ácidos e outros compostos que são excretados através dos pulmões.
Vale ressaltar que o jejum prolongado também é uma causa reconhecida de halitose.
HALITOSE GENUÍNA Patológica
ORAL: halitose causada por doença, condições patológicas ou má função de tecidos orais.
Exemplos: xerostomia (boca seca por falta de saliva), doença periodontal, cáries, língua saburrosa.
EXTRA-ORAL: halitose com origem em vias aéreas superior e/ou inferior (sinusites, amigdalites,bronquites, infecções pulmonares), no trato digestivo (gastrite, doença do refluxo gastroesofágico, ulceras pépticas), doenças sistêmicas ( câncer, diabetes, doenças renais e hepáticas).
MEDICAMENTOS: A halitose provocada por medicamentos se deve ao fato de que algumas drogas podem alterar a sensação de gosto e olfato como: sais de lítio, penicilina e tiocarbamida, causando halitose subjetiva, ou ainda podem ser excretadas através do pulmão. Alguns medicamentos antineoplásicos, anti-antialérgicos, anfetaminas, tranqüilizantes, diuréticos e outras drogas provocam diminuição do fluxo salivar ocasionando o mau hálito.
PSEUDO-HALITOSE
É o diagnóstico dado quando o paciente acredita ser portador da condição, mas a avaliação médica não determina halitose.
HALITOFOBIA
Também chamada de halitose psicossomática, quando o paciente persiste com queixa de halitose apesar de ter sido realizado seu tratamento.

Composição química do mau hálito

Atualmente são conhecidas mais de 50 causas para o mau hálito e em mais de 90% dos casos sua origem é bucal.
Na maioria dos casos, o mau hálito se origina na boca em decorrência da putrefação microbiana de componentes do hospedeiro (células descamadas) e resíduos alimentares.
A saliva contém proteínas em grandes quantidades, sendo uma das fontes principais de enxofre.
A saburra lingual é formada pela estagnação de proteínas salivares, restos alimentares e, principalmente, por células descamadas e bactérias aderidas. Este material é então degradado pelas bactérias anaeróbias proteolíticas que, agindo sobre os aminoácidos, originam uma série de compostos voláteis, entre eles, os compostos sulfurosos voláteis (CSV).

Prevenção e Tratamento

A halitose tem causas que devem ser reconhecidas e tratadas. De regra, tratada a causa, desaparece a halitose.

Seja qual for a causa da halitose a higiene bucal é fundamental para o sucesso do tratamento, além da eliminação da sua respectiva causa. É imperativo que além da escovação e do uso do fio dental promova-se a periódica limpeza da língua após as refeições e ao deitar, evitando o acúmulo de bactérias. Consultas odontológicas são importantes, principalmente quando o paciente for portador de várias restaurações, próteses fixas ou adesivas, pois as mesmas podem estar com áreas que retenham restos alimentares.

Evite o mau hálito:



- use o fio dental e faça uma boa escovação dentária, limpando também a língua, após qualquer refeição;

- consulte regularmente o dentista;

- o uso de enxaguantes bucais é recomendado;

- tenha uma dieta balanceada e evite o jejum prolongado, alimentando-se de 3/3 horas;

- beba pelo menos dois litros de água por dia;

- controle o estresse pois ele diminui a produção de saliva e contribui para a multiplicação de bactérias que se assestam na língua;

- evite o excesso de comidas gordurosas, cigarros, café, frituras;

- Mastigue bem os alimentos e aumente o consumo de fibras. As fibras exigem mais da mastigação e aumentam a produção salivar.


O Tratamento da halitose além de passar pela avaliação odontológica inclui a avaliação médica especializada.
É fundamental a exclusão de doenças sistêmicas orgânicas para o sucesso do tratamento. Em casos específicos, o uso de antibióticos e probióticos  fazem parte da terapêutica. Exames como a endoscopia digestiva alta e a tomografia de seios da face são importantes para se estabelecer o diagnóstico diferencial entre as diversas doenças causadoras de halitose. Procure sempre a orientação médica.