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terça-feira, 15 de maio de 2012

19 de Maio - Dia Mundial das Doenças Inflamatórias Intestinais

Worldwide, five million people live with Crohn’s disease and ulcerative colitis, conditions known as inflammatory bowel diseases (IBD). Help us to raise awareness and join our fight against IBD.







Juntos podemos sensibilizar a população e lutar pelos pacientes com Doença de Crohn e Retocolite Ulcerativa!

Visite a página no Twitter em http://twitter.com/worldibdday
Com seu apoio aumentamos a visibilidade mundial destas doenças digestivas crônicas que muitas vezes são incompreendidas e desconhecidas pelo público em geral.

#DOENÇA INFLAMATÓRIA INTESTINAL - Ajude a espalhar esta palavra ao redor do mundo!

Não deixe também de visitar o site www.worldibdday.org
Lá você terá acesso a materiais e recursos educativos destinados  a pacientes e seus familiares.

INFORMAÇÃO !


Como a Doença de Crohn e a Retocolite Ulcerativa interferem na digestão

 As doenças inflamatórias intestinais representam um desafio para  pacientes no que diz respeito a alimentação.Sintomas típicos, tais como diarréia, dor abdominal e perda de peso podem também se relacionar com fatores dietéticos, já que eles podem ser com frequência deflagrados ou piorados com a ingestão de certos alimentos.

A Doença de Crohn pode afetar qualquer segmento do trato digestivo, da boca ao ânus. O local mais comum de inflamação, entretanto, é o segmento final do intestino delgado (o íleo terminal) e a primeira parte do intestino grosso (ceco). As alterações inflamatórias na Doença de Crohn afetam todas as camadas da parede intestinal, explicando a ocorrência frequente de fístulas com outros órgãos ou com a parede abdominal.

Na Doença de Crohn, os distúrbios afetando o intestino delgado podem resultar na absorção inadequada de nutrientes, levando o paciente a quadros de perda peso, inapetência, diarréia  e deficiência de um ou mais nutrientes (vitaminas A,D,E,K, zinco, magnésio, entre outros).
Os pacientes, especialmentes aqueles que sofreram cirurgia no íleo terminal, podem requerer tratamento regular com suplementação de vitamina B12 periodicamente.

Na Retocolite Ulcerativa, a inflamação é restrita exclusivamente ao cólon (intestino grosso) e ao reto.
Durante a fase de atividade da doença (fase aguda), a capacidade do cólon de absorver água é seriamente prejudicada e diminuída, levando a quadro de diarréias que podem ser severas.
Diferentemente da DC, a inflamação na RCUI é limitada a camada mucosa ( mais superficial) do intestino e como o processo inflamatório afeta apenas o intestino grosso,  as deficiência nutricionais são menos comuns do que no caso da Doença de Crohn. Todavia, podem ser observadas redução do ferro (anemia ferropriva) e albumina (ambas  por conta da perda de sangue nas fezes) e eletrólitos, particularmente o potássio. Um sintoma comum é a ocorrência de diarréia sanguinolenta com mistura de muco ( catarro) e , por vezes, secreção purulenta.


Durante o curso da doença, um grande número de pacientes com DII apresenta uma má nutrição geral ou deficiência de nutrientes específicos.
As causas potenciais para o desenvolvimento de déficit nutricional nas doenças inflamatórias intestinais incluem:
  •  Ingestão dietética reduzida por falta de apetite ou redução voluntária por causa de dor ou distensão abdominal.
  • Absorção reduzida de nutrientes no intestino delgado ( má absorção)
  • Movimentos intestinais aumentados nos casos de diarréa com perda associada de nutrientes
  • Interações entre fármacos e nutrientes
  • Requisitos nutricionais aumentados durante fases de inflamação ativa ou infecções.
  • Doenças associadas 
Existe alguma dieta especial para Doença de Crohn e Retocolite Ulcerativa?

Não. A maioria dos pacientes tolera bem todos os tipos de alimentos e não requer restrições dietéticas maiores. É aceito que nas DIIs a manutenção de uma boa alimentação  é mais importante do que uma dieta restritiva específica. Algumas vezes , pacientes com Doença de Crohn apresentam uma estenose (estreitamento) no intestino delgado.Nestas situações, uma dieta com baixo teor de fibras (resíduos - frutas, vegetais, sementes) ou uma dieta líquida pastosa podem ser benéficas para minimizar  a dor abdominal e outros sintomas. Frequentemente estas modificações dietéticas são temporárias, até que a inflamação que  causou o estreitamento responda aos medicamentos.
Alguns pacientes portadores de DIIs cursam com intolerância à lactose (açúcar do leite), especialmente na fase ativa da doença. Uma dieta com restrição de leite e derivados portanto, é recomendável nesta fase.



sexta-feira, 20 de abril de 2012

DEZ DICAS para viver em paz com seu estômago


Pacientes com problemas digestivos referem que suas queixas, como azia, dor de estômago e má-digestão, muitas vezes estão relacionadas à alimentação e percebem que tais sintomas melhoram com a reeducação alimentar. Frequentemente, na rotina e correria diárias, adquirimos "vícios alimentares" ( longos períodos de jejum, cafezinhos múltiplos, doces em exagero, entre outros) que perpetuam a agressão ao aparelho digestivo.
Em 2011, foi realizada uma pesquisa em Londres pela qual se averiguou que a maior parte da população  gastava em média apenas 40 minutos ao dia para se alimentar. Fato este assustador, se pensarmos que o dia tem 24 horas e que a alimentação é a fonte de nutrição e energia para as nossas atividades diárias.
Precisamos mudar isto! Transformemos o ato de comer em algo prazeroso e saudável!

Aqui vão algumas dicas úteis que podem ajudar:
  • NUNCA TOME MEDICAMENTOS SEM ORIENTAÇÃO MÉDICA
O uso indiscriminado de medicamentos podem mascarar certos sintomas digestivos e retardar o diagnóstico de doenças mais graves, como o próprio câncer. Cuidado com os medicamentos para dor, antigripais e outros à base de ácido acetilsalicílico e antiinflamatórios. Eles são uma das principais causas de úlceras e problemas digestivos. Veja: "Antiinflamatórios e seus efeitos nocivos no estômago." http://saudedigestiva.blogspot.com.br/2010/04/antiinflamatorios-e-seus-efeitos.html
  • BOM SENSO
A principal regra é evitar aquilo que lhe faz mal,  o que seu estômago não tolera, e dar preferência aos alimentos que não costumam produzir sintomas. É um verdadeiro exercício de autopercepção mediante a correria diária. E vale a pena! Você não precisa passar fome para fazer uma dieta. A dieta nunca deve ser restritiva e sim SUBSTITUTIVA: substituir o que não lhe cai bem , por aquilo que seu estômago aceita melhor e não prejudica a digestão. O segredo é COMER CERTO!
  • FAÇA TODAS AS SUAS REFEIÇÕES
Alimente-se nos horários corretos e procure comer em ambiente tranquilo, sem pressa. Mastigue bem os alimentos, pois a boa mastigação facilita a digestão. Lembre-se: a digestão dos alimentos incia-se na boca, portanto coma devagar, sinta o sabor da comida!
Procure fazer as 3 principais refeições diárias (café da manhã, almoço e jantar - ou lanche da noite).

  • NÃO FIQUE MUITO TEMPO EM JEJUM
Não fique muito tempo sem alimentar-se. Coma de 3 em 3 horas, entre o intervalo das principais refeições. Uma fruta, uma barra de cereais, um iogurte são alimentos leves e impedem que o ácido cloridríco produzido aja diretamente no estômago vazio, provocando danos e sintomas. O certo é fracionar as refeições, comendo pouco, porém várias vezes ao dia.

  • EVITE DEITAR-SE LOGO APÓS AS REFEIÇÕES
Procure não dormir de estômago "cheio" e evite ingerir alimentos no meio da noite. Espere sempre de uma hora e meia à duas horas para deitar-se após a sua última refeição. ( Isto vale também para a cesta - aquela dormidinha depois do almoço!)

  • FRUTAS, VERDURAS E LEGUMES
Preparados da maneira adequada e saudável, sempre fazem bem. Alimentos ricos em fibras devem ser preferidos; cereais integrais, frutas, verduras e legumes devem estar presentes na alimentação diária, pois auxiliam no processo digestivo.

  • O LEITE
Cuidado com o uso abusivo do leite.Embora ele provoque uma sensação imediata de alívio da queimação, o leite contém muito cálcio e proteína que são potentes estimulantes da secreção ácida do seu estômago, causando um aumento tardio da acidez e piorando em um segundo momento a sensação de azia. Você pode tomar de 1 a 2 copos de leite por dia. Evite tomar leite antes de dormir.

  • EVITE BEBIDAS ALCOÓLICAS E CIGARRO
Bebidas alcoólicas devem ser evitadas, pois o álcool é irritante da mucosa gástrica. Isto vale também para o café. Evite tomar "inúmeros" cafezinhos ao longo do dia.
O fumo está relacionado a problemas gástricos, como gastrites, úlcera e até mesmo câncer. Logo, o fumo dificulta definitivamente o seu tratamento. Deixar de fumar é o ideal, mas quando isto não for possível de imediato, reduza ao máximo o número de cigarros por dia.

  • EVITE OS ALIMENTOS "VILÕES" DO ESTÔMAGO
Alimentos gordurosos e condimentados, frituras, doces muito concentrados em açúcar, embutidos, bebidas gaseificadas, frutas e sucos cítricos podem lentificar a digestão e provocar/agravar os sintomas; desta forma, devem ser evitados.

  • EQUILÍBRIO EMOCIONAL E LAZER
Relaxe. No auxílio do seu tratamento, busque fazer atividades que você goste para aliviar o estresse e melhorar a sua qualidade de vida. Caminhadas, ioga, dança, pilates, andar de bicicleta, artesanato...tudo vale para equilibrar a mente e fazer as pazes com o seu estõmago. Lembre-se: o estresse emocional, a ansiedade, o nervosismo, são fatores que aumentam a produção ácida do estômago e deflagram ou pioram a gastrite.


Melhorou? Parabéns! Continue sempre seguindo uma dieta adequada, pois se você voltar a abusar da alimentação, saiba que seu estômago irá alertá-lo!

Siga da melhor forma possível as orientações do seu médico e procure voltar às consultas nas datas estabelecidas.

Saiba mais!  Gastrite - Cuide bem de seu estômago
Acesse: http://saudedigestiva.blogspot.com.br/2010/03/gastrite-cuide-bem-de-seu-estomago.html


domingo, 11 de março de 2012

Síndrome do Intestino Irritável - Evitando a Crise

Você já deve ter percebido que os sintomas da Síndrome do Intestino Irritável (SII) - diarréia ou constipação, gases e dor abdominal, entre outros - pioram e melhoram de tempos em tempos, e talvez já tenha relacionado a piora a algum alimento presente em sua dieta  ou a períodos de estresse mais intenso.
Saiba que estes dois fatores são muito importantes e que o seu controle pode fazer com que as crises minimizem ou até mesmo desapareçam.

CONTROLANDO A ALIMENTAÇÃO 


Não há regra geral para a sua dieta, mas você terá de observar o seu organismo para saber quais os alimentos podem desencadear uma crise e evitá-los. Lembre-se que esta orientação é muito individual, portanto não necessariamente o que incomoda a uma pessoa, irá incomodá-lo e vice-versa.
É interessante que no início você faça um " Diário Alimentar", anotando durante uma semana o que você comeu e se houve algum tipo de desconforto gastrointestinal. Desta maneira, você pode relacionar o que mais lhe faz mal e evitar o consumo.
Em geral, as pessoas com SII não toleram muito bem as gorduras, os açúcares frutose e sorbitol ( presentes na maçã, pêra, pêssego, bebidas fermentadas , dietéticos), leite e derivados, café bebidas alcoólicas, chocolate, enlatados e grãos. Vegetais  e fibras podem incomodar devido à fermentação excessiva e ao aumento na produção de gases, porém podem ajudar bastante aquelas pessoas com SII que cursam com constipação.
A orientação geral para todas as pessoas com SII é que devem comer pouco e  fracionadamente  ( várias vezes ao dia ), ingerir bastante líquido ( mínimo 2 litros de líquidos ao dia ) longe dos horários das refeições e evitar o consumo de gorduras e frituras.

 CONTROLANDO O ESTRESSE


Infelizmente não há fórmulas mágicas, pois as pessoas são afetadas de formas diferentes, por problemas diferentes, reagindo conforme suas características individuais. Discuta seus problemas com seu médico, ele tem como avaliar a gravidade da situação e , se necessário, lhe indicar um especialista na área.
Agumas orientações podem ajudá-lo(a):
  •  Faça exercícios físicos regulares, adequados à sua idade e condição física; aprenda técnicas de relaxamento, como sentar-se em um local tranquilo, fechar os olhos, respirar profundamente e devagar, relaxando todos os músculos do corpo, começando pelos pés e terminando na cabeça; relacione os seus afazeres diários e resolva uma coisa de cada vez, dando prioridade aos mais importantes; interrompa a sua atividade diária para relaxar por 5 minutos, conversando, escutando música ou lendo algo que não se relaciona com o trabalho. E, finalmente, não se esqueça dos seus momentos de lazer; faça uma atividade recreativa, esportiva ou lúdica que lhe dê prazer! Ioga, pilates, dança, artesanato....preze pelo seu momento de bem-estar!
  Siga à risca as orientações do seu médico, tome de forma correta as medicações indicadas, converse com outras pessoas com o mesmo problema, procure informações sobre a doença e tranquilize-se. Lembre-se que a SII não é uma doença grave e não se torna grave com o passar do tempo. É uma doença funcional do intestino e aprendendo a lidar com ela, você terá uma vida normal.

   Para controlar a SII é importante seguir sempre a prescrição e as orientações médicas.       


Leia mais sobre a Síndrome do Intestino Irritável. Acesse:

sábado, 10 de março de 2012

Previna-se do Câncer Gástrico

CÂNCER DE ESTÔMAGO PODE SER EVITADO!




Terceira causa mais frequente de mortes em homens e quinta em mulheres no Brasil, o câncer de estômago atingiu aproximadamente 21.500 pessoas em 2010, de acordo com a estimativa do Instituto Nacional do Câncer (INCA). Segundo o relatório divulgado, a incidência da doença é maior nos países em desenvolvimento e prevalece no sexo masculino. O câncer gástrico representa uma grande causa de óbitos em todo o mundo: são registrados mais de 500 mil óbitos pela doença anualmente.
Na prática clínica diária, observo entretanto um aspecto importante e reiterado: as pessoas minimizam os sintomas gástricos quando presentes, atribuindo-os a algum fator alimentar pontual, ao estresse emocional momentâneo ou simplesmente a um " estômago preguiçoso " e a uma gastrite crônica.
Tal fato, culmina sempre em uma atitute temível pelos médicos, que é a automedicação. 
A automedicação por sua vez, mascara os sintomas de uma doença grave e protela o seu tratamento efetivo.
Outra crença equivocada da população geral é a de que para se ter uma doença como úlcera ou câncer gástrico há de se ter sempre sintomas graves e importantes, como dor intensa ou sangramento digestivo. 
Isto de fato não é verdade, uma vez que estas afecções podem se apresentar de maneira silenciosa, com poucos sintomas.

QUAIS OS FATORES DE RISCO?

Dentre os fatores etiopatogênicos de importância para o surgimento das neoplasias de estômago, deve-se ressaltar os infecciosos (Helicobacter pylori), os genéticos e os ambientais.

O  Helicobacter pylori é um fator de grande importância no surgimento do Adenocarcimoma Gástrico e no linfoma de MALT ( tecido linfóide associado à mucosa ). O H. pylori promove um processo inflamatório crônico da mucosa, levando à gastrite atrófica,com consequentes focos de metaplasia, evoluindo para displasia e neoplasia.

Pessoas com história familiar de câncer gástrico ( principalmente parentes de primeiro grau ) têm um risco aumentado de desenvolver a doença. Fatores genéticos também estão ligados aos indivíduos com o  tipo sanguíneo A, que apresentam uma maior predisposição.

O tabagismo e o alcoolismo estão relacionados a um aumento importante na taxa de neoplasia gástrica.

A falta de ingestão de alguns fatores protetores, como vitaminas A e C e oligoelementos como o selênio, também favorece o aparecimento do câncer gástrico.
Dieta ricas em gordurosos, sal, defumados e conservantes também constitem fatores de risco para a doença.

Condições ambientais inadequadas, como falta de saneamento básico, limpeza urbana deficiente e má higienização dos alimentos propiciam  infecção do organismo, aumentando a incidência gastrite, úlcera, além de ser um dos principais fatores de risco para aquisição do tumor.

Antecedente de gastrectomia subtotal ( cirurgia para retirada de parte do estômago ) há mais de 15 anos também é considerado fator predisponente.

QUAIS SERIAM OS SINAIS E SINTOMAS DO CÂNCER GÁSTRICO?

O câncer gástrico tem várias formas de apresentação clínica e, em muitos casos, os sintomas surgem nas formas avançadas, corroborando para seu prognóstico adverso.
O adenocarcinoma gástrico não tem sintomas peculiares no início da doença, mas é importante o paciente ficar alerta caso tenha náuseas, vômitos, desconforto abdominal, sensação de estômago cheio e perda de peso constante, pois este quadro atinge tanto pessoas com doenças facilmente curáveis, mas também podem indicar algo mais grave.
Pacientes acima de 40 anos e do sexo masculino devem ter especial atenção para sintomas de anemia, perda de apetite acompanhada de saciedade precoce, perda de peso progressiva, náuseas e vômitos.
A hepatomegalia (aumento do fígado) e massa palpável no andar superior do abdomem podem indicar doença avançada ou metastática.

COMO É FEITO O DIAGNÓSTICO? 




O diagnóstico se faz por meio da anamnese, exame clínico-laboratorial e exames de auxíliares, sendo a ENDOSCOPIA DIGESTIVA ALTA, sem dúvida, o padrão ouro tanto para o diagnóstico como para  a comprovação, com biópsias colhidas diretamente da lesão.


Atualmente, com a facilidade de acesso a endoscopia, sua baixa comorbidade e tolerância, NÃO  se justifica o atraso na realização do exame.

TRATAMENTO

Diversas modalidades terapêuticas são aventadas para o tratamento do câncer gástrico, sendo a cirurgia sempre o tratamento de escolha quando se pensa em cura. A radioterapia e a quimioterapia são utilizadas principalmente nos casos avançados,como tratametos paliativos.



                           PREVINA-SE DO CÂNCER GÁSTRICO:

Mudanças de hábitos reduzem em 50% a probabilidade de a doença se desenvolver.

  • Tenha uma alimentação saudável, com a ingestão diária de frutas, legumes e verduras
  • Controle seu peso
  • Evite o consumo de bebidas alcoólicas
  • Não fume
  • Evite a ingestão de alimentos gordurosos, com conservantes e frituras 
  • Evite o consumo excessivo de sal 
  • Alimente-se em horários regulares, evitando assim ficar muito tempo em jejum
  • Caso você tenha uma história familiar de câncer gástrico, procure um médico especialista para orientar e auxiliar você na prevenção da doença
  • Não se automedique, consulte sempre um gastroenterologista para diagnosticar e tratar adequadamente o seu  caso.

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Instituto lança programa de apoio ao paciente com câncer


Segundo estimativas do Instituto Nacional do Câncer (INCA), cerca de 500 mil novos casos de câncer serão diagnosticados na população brasileira em 2012.

Diante da gravidade do tema e das inúmeras barreiras enfrentadas pelos pacientes com câncer, o Instituto Oncoguia lançou o Programa de Apoio ao Paciente com Câncer ( PAP). Trata-se de um programa com três frentes de atendimento especializado e qualificado aos pacientes e familiares. São eles:

  • Central 0800-7731666 – serviço de atendimento telefônico gratuito personalizado, onde a pessoa será direcionada para o profissional apto a ajudá-la. Eles poderão buscar informações sobre prevenção, qualidade de vida e direitos do paciente com câncer
  • Fale conosco – no site do Instituto Oncoguia - www.oncoguia.org.br as pessoas poderão enviar suas dúvidas, buscar informações sobre os diferentes tipos da doença, novidades para seu caso, para isto, precisa realizar um prévio cadastro no portal da Instituição. Além disso, os usuários cadastrados terão acesso a conteúdos exclusivos, materiais específicos sobre o mundo do câncer e avisos de eventos
  • Chat Oncoguia – chats com temas de interesse do paciente com participação de especialistas e assuntos da atualidade. Para participar deste canal o usuário precisa ser cadastrado.
Para maiores informações, acesse: