ACESSO A MEDICAMENTO GRATUITO CRESCE 226% EM SÃO PAULO
O Governo Federal criou o Programa Farmácia Popular do Brasil para ampliar o acesso aos medicamentos para as doenças mais comuns entre os cidadãos. O Programa possui uma rede própria de Farmácias Populares e a parceria com farmácias e drogarias da rede privada, chamada de "Aqui tem Farmácia Popular".
O “Saúde Não Tem Preço” – marca do Aqui Tem Farmácia Popular – beneficia cada vez mais brasileiros e amplia o acesso ao tratamento no Sistema Único de Saúde (SUS). Em São Paulo, o programa do Ministério da Saúde aumentou o número de habitantes ofertados com medicamentos de diabetes e hipertensão em 226% de janeiro a outubro. O total mensal de pessoas que retiraram esses produtos nas 4.533 farmácias e drogarias credenciadas passou de 235.165, em janeiro, para 765.484, em outubro. Em todo o país, a quantidade de beneficiados aumentou 251% no mesmo período. O total mensal de brasileiros assistidos pelo Saúde Não Tem Preço passou de 853.181, em janeiro, para quase 3 milhões em outubro. Em todo o período, 6,5 milhões de pessoas foram beneficiadas. Desses, 1.607.997, em São Pau lo.
O programa Saúde Não Tem Preço fornece medicamentos gratuitos para diabetes e hipertensão, desde fevereiro. Antes, nas drogarias credenciadas ao Aqui Tem Farmácia Popular, os produtos eram oferecidos com até 90% de desconto.
Em São Paulo, a quantidade mensal de diabéticos beneficiados pelo programa cresceu 183% – pulou de 96.525, em janeiro, para 272.825, em outubro. No caso da hipertensão, o percentual de aumento foi de 266% no mesmo período – passou de 168.239 para 615.613 beneficiados. “Os números mostram que o brasileiro está mais e melhor assistido para o tratamento dessas doenças diretamente relacionadas aos novos hábitos de vida da população, que são a diabetes e a hipertensão”, observa o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
A hipertensão arterial acomete 23,3% da população adulta brasileira maior de 18 anos, segundo dados do estudo Vigilância de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) de 2010, que considera o diagnóstico médico referido pelo entrevistado. Em São Paulo (capital), o percentual de hipertensos é de 22,9% da população adulta, abrangendo 19,7% dos homens e 25,8% das mulheres. De acordo com a mesma pesquisa, o diabetes atinge 6,3% da população adulta brasileira. Especificamente na capital paulista, 7,1% da população apresentam a doença – 6,3% dos homens e 7,8% das mulheres.
Os medicamentos são oferecidos nas mais de 20 mil farmácias e drogarias da rede privada credenciadas ao Aqui Tem Farmácia Popular.
Para obter os produtos disponíveis no Saúde não Tem Preço, o usuário precisa apresentar CPF, documento com foto e receita médica, que é exigida pelo programa como uma forma de se evitar a automedicação, incentivando o uso racional de medicamentos e a promoção da saúde.
Eventuais dúvidas podem ser esclarecidas e comunicadas ao Ministério da Saúde – pelos estabelecimentos credenciados ou pelos usuários do programa – por meio do Disque-Saúde (0800-61-1997).
Os medicamentos gratuitos para hipertensão e diabetes são identificados pelo princípio ativo ou nome genérico, que é a substância que compõem o medicamento. Os itens disponíveis são informados pelas unidades do programa, onde os usuários podem ser orientados pelo profissional farmacêutico. É ele que deverá informar, ao usuário, o princípio ativo que identifica o nome comercial do medicamento (de marca, genérico ou similar) prescrito pelo médico.
Confira a lista de todos os medicamentos disponibilizados pelo programa:
ELENCO OFICIAL DOS MEDICAMENTOS DISPONIBILIZADOS PELA REDE PRÓPRIA DO PROGRAMA FARMÁCIA POPULAR
MEDICAMENTO / CORRELATO APRESENTAÇÃO UNIDADE DE CADASTRO /PREÇO DE DISPENSAÇÃO (R$)
Acetato de medroxiprogesterona 150 mg/ml Ampola 1,24
Aciclovir 200mg/comp. Comprimido 0,28
Ácido Acetilsalicílico 500mg/comp. Comprimido 0,035
Ácido Acetilsalicílico 100mg/comp. Comprimido 0,03
Ácido Fólico 5mg/comp. Comprimido 0,054
Albendazol 400mg/comp. mastigável Comprimido 0,56
Alendronato de Sódio 70 mg/comp. Comprimido 0,37
Alopurinol 100mg/comp. Comprimido 0,08
Amiodarona 200mg/comp. Comprimido 0,2
Amitriptilina(Cloridrato) 25mg/comp. Comprimido 0,22
Amoxicilina 500mg/cáps. Cápsula 0,19
Amoxicilina 250mg/5ml/pó p/susp. oral Frasco 60 ml 1,96
Amoxicilina 250mg/5ml/pó p/susp. oral Frasco 150 ml 4,9
Azatioprina 50mg/comp. Comprimido 1,4
Azitromicina 500mg/comp. Comprimido 2,64
Benzilpenicilina Benzatina 1.200.000ui/pó p/sus. inj. Frasco-ampola 1,5
Benzilpenicilina Procaína+Potássica 300.000+100.000ui/pó/sus. inj. Frasco-ampola 1,5
Benzoato de Benzila 200mg/ml/emulsão Frasco 100 ml 1,4
Benzoato de Benzila 200mg/ml/emulsão Frasco 60 ml 1,1
Biperideno 2mg/comp. Comprimido 0,073
Brometo de n-butilescopolamina 10 mg/frasco frasco de 20 ml 3,9
Carbamazepina 200mg/comp. Comprimido 0,13
Carbidopa + Levodopa 25mg + 250mg/comp. Comprimido 0,48
Cefalexina(Cloridrato ou Sal Sódico) 500mg/cáps. Cápsula 0,4
Cefalexina(Cloridrato ou Sal Sódico) 250mg/5ml/susp. oral Frasco 60 ml 4,96
Cefalexina(Cloridrato ou Sal Sódico) 250mg/5ml/susp. oral Frasco 125 ml 10
Cetoconazol 200mg/comp. Comprimido 0,23
Ciprofloxacino 500mg/comp. Comprimido 0,38
Clonazepam 2mg/comp Comprimido 0,06
Cloreto de Potássio 60mg/ml/xpe. Frasco 100 ml 1,88
Cloreto de Sódio 0,9% 9mg/ml/sol. nasal Frasco 0,95
Clorpromazina 25mg/comp. Comprimido 0,1
Clorpromazina 100mg/comp. Comprimido 0,125
Dexametazona Crem.0,1% Tubo 1
Dexclorfeniramina(Maleato) 2mg/comp. Comprimido 0,06
Dexclorfeniramina(Maleato) 0,4mg/sol. Oral Frasco 120 ml 2,07
Diazepam 5mg/comp.sulcado Comprimido 0,04
Diazepam 10mg/comp.sulcado Comprimido 0,08
Digoxina 0,25mg/comp. Comprimido 0,06
Dipirona 500mg/ml gts Frasco 10 ml 0,7
Doxiciclina 100mg/comp. Comprimido 0,38
Enantato de Noretisterona+Valerato de Estradiol 50mg+5mg/injetável Seringa 1 ml 1,13
Eritromicina(Estearato ou Etilsuccinato) 125mg/5ml/susp. oral Frasco 60 ml 2,3
Eritromicina(Estearato ou Etilsuccinato) 500mg/comp./cáps. Comprimido 0,54
Etinilestradiol+Levonorgestrel 0,03mg+0,15mg/comp Cartela c/ 21 cápsulas 0,42
Fenitoína 100mg/comp. compimido 0,1
Fenobarbital 100mg/comp. Comprimido 0,06
Fluconazol 100mg/rev. Cápsula 0,95
Fluconazol 150mg/rev. Cápsula 0,95
Fluoxetina 20mg/comp. Comprimido 0,06
Fosfato de Oseltamivir 75mg/comp comprimido 0
Haloperidol 1mg/comp. Comprimido 0,08
Haloperidol 5mg/comp. Comprimido 0,12
Haloperidol 2mg/ml/sol. oral Frasco 20 ml 1,94
Ibuprofeno 300mg/comp. Comprimido 0,16
Levonorgestrel 0,75mg/comp. Comprimido 3,47
Loratadina 10mg/comp. Comprimido 0,05
Mebendazol 100mg/comp. Comprimido 0,05
Mebendazol 100mg/5ml/sup. Oral Frasco 30 ml 1,1
Metoclopramida (Cloridrato) 10mg/comp. Comprimido 0,04
Metoclopramida (Cloridrato) 4mg/ml/sol.oral Frasco 10 ml 0,75
Metronidazol 250mg/comp. Comprimido 0,1
Metronidazol 5% creme vaginal Tubo 50 gramas 2,15
Metronidazol (Benzoato) 200mg/5ml/susp. oral Frasco 100 ml 2,4
Miconazol (Nitrato) 2%/locão Frasco 30 ml 1,86
Miconazol (Nitrato) 2%/pó Frasco 30 ml 4,95
Monitrato de Isossorbida 20mg/comp. Comprimido 0,1
Neomicina (Sulfato) + Bacitracina (Zíncica) 5mg + 250ui/g/pom. Tubo 10 gramas 1,35
Neomicina (Sulfato) + Bacitracina (Zíncica) 5mg + 250ui/g/pom. Tubo 15 gramas 2,02
Nistatina 25.000 UI/crem. Vaginal Tubo 60 gramas 2,28
Nistatina 25.000 UI/crem. Vaginal Tubo 50 gramas 1,9
Nistatina 100.000 UI/ml/ susp. Oral Frasco 30 ml 3,62
Noretisterona 0,35mg/comp. Cartela c/ 35 comprimidos 0,5
Omeprazol 20mg/cáps. Cápsula 0,23
Paracetamol 500mg/comp. Comprimido 0,09
Paracetamol 200mg/ml/sol. Oral gts Frasco 10 ml 0,85
Paracetamol 200mg/ml/sol. Oral gts Frasco 15 ml 1,27
Paracetamol 100mg/ml/sol. oral gts. Frasco 10 ml 0,7
Paracetamol 100mg/ml/sol. oral gts. Frasco 15 ml 1
Prednisona 20mg/comp. Comprimido 0,18
Prednisona 5mg/comp. Comprimido 0,08
Prometazina (Cloridrato) 25mg/comp. Comprimido 0,12
Ranitidina 150mg/comp. Comprimido 0,12
Sais p/ Reidratação Oral pó p/sol. Oral Envelope 27,9 gramas 0,6
Salbutamol (Sulfato) 2mg/comp. Sulcado Comprimido 0,04
Salbutamol (Sulfato) 2mg/5ml/xpe. Frasco 120 ml 1,15
Salbutamol (Sulfato) 2mg/5ml/xpe. Frasco 125 ml 1,2
Sinvastatina 20mg/comp. Comprimido 0,38
Sulfametoxazol + Trimetoprima 400mg + 80mg/comp. Comprimido 0,08
Sulfametoxazol + Trimetoprima 200mg + 40mg/5ml/susp. Oral Frasco 50 ml 1,45
Sulfametoxazol + Trimetoprima 200mg + 40mg/5ml/susp. Oral Frasco 60 ml 1,74
Sulfametoxazol + Trimetoprima 200mg + 40mg/5ml/susp. Oral Frasco 100 ml 2,9
Sulfasalazina 500mg/comp. Comprimido 0,4
Sulfato Ferroso 40mg Fe(II)/comp. rev. Comprimido 0,04
Sulfato Ferroso 25mg/ml Fe(II)/sol. Oral Frasco 30 ml 0,75
Tiabendazol 5%/pom. Tubo 20 gramas 2,89
Valproato de Sódio 50mg/ml/xpe. Frasco 100 ml 4,05
Preservativo Masculino unidade 0,3
Encontre aqui a Farmácia Popular mais próxima de você:
http://www.saudenaotempreco.com.br/encontre_aqui.php
Maiores informações, acesse:
http://portal.saude.gov.br/portal/saude/area.cfm?id_area=1095
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segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
Banco Virtual de Doadores de Sangue
MINISTÉRIO LANÇA BANCO VIRTUAL DE DOADORES DE SANGUE #doesangue
Em comemoração ao Dia Nacional do Doador Voluntário de Sangue - 25 de Novembro - o Ministério da Saúde lançou uma nova ferramenta de incentivo à doação de sangue em sua página do Facebook: o Banco de Doadores virtual. O aplicativo terá a missão de agregar e cadastrar doadores de sangue em todo o Brasil. Com o lema “Essa corrente precisa de você. Doe sangue”, a Coordenação Geral de Sangue e Hemoderivados pretende aumentar a doação voluntária.
A proposta tem o objetivo de divulgar a importância da doação de sangue no cotidiano das redes sociais.
O primeiro passo é participar do aplicativo e fazer sua doação de sangue virtual depois informar o seu tipo sanguíneo, preencher seus dados e convidar seus amigos. Com o Banco de Doadores, os usuários também poderão ver os seus amigos classificados por tipo sanguíneo. Isso significa que você não precisa doar imediatamente, mas comunica que se coloca à disposição para uma eventual doação.
Um dos objetivos é fazer com que o doador virtual convide o maior número de pessoas, residentes da mesma cidade, para fazer parte do Banco de Doadores, pois quando alguém ou o hemocentro da sua região precisar de doação, o banco servirá para acionar possíveis doadores.
Cada vez mais a demanda por sangue aumenta nos hemocentros. O aumento de 58,3% nos transplantes (de 2003 a 2009) e o crescimento da população estão entre os fatores que fazem o país precisar cada vez mais de sangue para transfusão. São coletadas por ano 3,5 milhões de bolsas de sangue no Brasil, quando o ideal seria 5,7 milhões.
No Brasil, 1,9% da população é doadora de sangue. Mesmo estando este percentual dentro do parâmetro da Organização Mundial de Saúde (OMS) – de 1% a 3% da população – o Ministério da Saúde considera que é urgente e possível aumentar o número de brasileiros doadores: se cada pessoa doasse duas vezes ao ano, não faltaria sangue para transfusão no País.
Diariamente, milhares de pessoas no mundo necessitam de reposição sanguínea durante procedimentos cirúrgicos ou ambulatoriais, em virtude de acidentes, tratamento de doenças ou emergências. Essa reposição só é possível graças ao simples ato de solidariedade de doar sangue, que mantém abastecidos os estoques dos hemocentros.
É importante a colaboração da população para regularizar, manter e aumentar os estoques de sangue nos serviços nacionais responsáveis pela captação e distribuição deste e de outros componentes sanguíneos. Nos períodos de férias escolares, festas e final de ano, as doações de sangue caem em até 30%.
Cadastro
O aplicativo servirá de apoio à campanha, realizada no período de 21 a 25 de novembro. O primeiro passo é participar do aplicativo e fazer sua doação de sangue virtual depois informar o seu tipo sanguíneo, preencher seus dados e convidar seus amigos. Isso significa que você não precisa doar imediatamente, mas comunica que se coloca à disposição para uma eventual doação.
Quem pode doar?
Para doar sangue é necessário apresentar documento com foto, válido em todo território nacional; ter peso acima de 50 Kg; ter idade entre 18 e 67 anos; podem ser aceitos candidatos à doação de sangue com idade de 16 e 17 anos, com o consentimento formal do responsável legal.
Recomendações
Quem NÃO pode doar?
Quem teve diagnóstico de hepatite após os 11 anos de idade; mulheres grávidas ou amamentando; pessoas que estão expostas a doenças transmissíveis pelo sangue como AIDS, hepatite, sífilis e doença de chagas; usuários de drogas; aqueles que tiveram relacionamento sexual com parceiro desconhecido ou eventual, sem uso de preservativos.
Em comemoração ao Dia Nacional do Doador Voluntário de Sangue - 25 de Novembro - o Ministério da Saúde lançou uma nova ferramenta de incentivo à doação de sangue em sua página do Facebook: o Banco de Doadores virtual. O aplicativo terá a missão de agregar e cadastrar doadores de sangue em todo o Brasil. Com o lema “Essa corrente precisa de você. Doe sangue”, a Coordenação Geral de Sangue e Hemoderivados pretende aumentar a doação voluntária.
A proposta tem o objetivo de divulgar a importância da doação de sangue no cotidiano das redes sociais.
O primeiro passo é participar do aplicativo e fazer sua doação de sangue virtual depois informar o seu tipo sanguíneo, preencher seus dados e convidar seus amigos. Com o Banco de Doadores, os usuários também poderão ver os seus amigos classificados por tipo sanguíneo. Isso significa que você não precisa doar imediatamente, mas comunica que se coloca à disposição para uma eventual doação.
Um dos objetivos é fazer com que o doador virtual convide o maior número de pessoas, residentes da mesma cidade, para fazer parte do Banco de Doadores, pois quando alguém ou o hemocentro da sua região precisar de doação, o banco servirá para acionar possíveis doadores.
Cada vez mais a demanda por sangue aumenta nos hemocentros. O aumento de 58,3% nos transplantes (de 2003 a 2009) e o crescimento da população estão entre os fatores que fazem o país precisar cada vez mais de sangue para transfusão. São coletadas por ano 3,5 milhões de bolsas de sangue no Brasil, quando o ideal seria 5,7 milhões.
No Brasil, 1,9% da população é doadora de sangue. Mesmo estando este percentual dentro do parâmetro da Organização Mundial de Saúde (OMS) – de 1% a 3% da população – o Ministério da Saúde considera que é urgente e possível aumentar o número de brasileiros doadores: se cada pessoa doasse duas vezes ao ano, não faltaria sangue para transfusão no País.
Diariamente, milhares de pessoas no mundo necessitam de reposição sanguínea durante procedimentos cirúrgicos ou ambulatoriais, em virtude de acidentes, tratamento de doenças ou emergências. Essa reposição só é possível graças ao simples ato de solidariedade de doar sangue, que mantém abastecidos os estoques dos hemocentros.
É importante a colaboração da população para regularizar, manter e aumentar os estoques de sangue nos serviços nacionais responsáveis pela captação e distribuição deste e de outros componentes sanguíneos. Nos períodos de férias escolares, festas e final de ano, as doações de sangue caem em até 30%.
Cadastro
O aplicativo servirá de apoio à campanha, realizada no período de 21 a 25 de novembro. O primeiro passo é participar do aplicativo e fazer sua doação de sangue virtual depois informar o seu tipo sanguíneo, preencher seus dados e convidar seus amigos. Isso significa que você não precisa doar imediatamente, mas comunica que se coloca à disposição para uma eventual doação.
Quem pode doar?
Para doar sangue é necessário apresentar documento com foto, válido em todo território nacional; ter peso acima de 50 Kg; ter idade entre 18 e 67 anos; podem ser aceitos candidatos à doação de sangue com idade de 16 e 17 anos, com o consentimento formal do responsável legal.
Recomendações
Nunca vá doar sangue em jejum; faça um repouso mínimo de 6 horas na noite anterior a doação; não ingerir bebidas alcoólicas nas 12 horas anteriores; evitar fumar por pelo menos 2 horas antes da doação; evitar alimentos gordurosos nas 3 horas antecedentes a doação; Interromper as atividades por 12 horas as pessoas que exercem profissões como: pilotar avião ou helicóptero, conduzir ônibus ou caminhões de grande porte, subir em andaimes e praticar pára-quedismo ou mergulho.
Quem NÃO pode doar?
Quem teve diagnóstico de hepatite após os 11 anos de idade; mulheres grávidas ou amamentando; pessoas que estão expostas a doenças transmissíveis pelo sangue como AIDS, hepatite, sífilis e doença de chagas; usuários de drogas; aqueles que tiveram relacionamento sexual com parceiro desconhecido ou eventual, sem uso de preservativos.
Vamos nos mobilizar nesta corrente:
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Aftas orais: um desafio para médicos e pacientes
As lesões conhecidas popularmente como "aftas" são as afecções mais comuns da mucosa oral, sendo cientificamente denominadas de estomatites aftosas recorrentes (EAR).
Tais lesões constituem um desafio na prática clinica diária, tanto aos médicos quanto aos pacientes, por serem afecções comuns ( acometem mais de 10% da população mundial ), de causas multifatoriais e de ocorrência recorrente.
Considerando-se a apresentação extremamente dolorosa e inflamatória da lesão, a afta é sem dúvida, altamente prejudicial e limitante às atividades diárias das pessoas. A dor intensa não raro, limita a fala, a alimentação e a deglutição.
Contudo, é importante fazer o diagnóstico diferencial com outras doenças que cursam com lesões ulcerativas na cavidade oral, como Doença de Crohn, doença celíaca, neutropenia inespecífica, infecção por HIV e síndrome de Behçet. Exames laboratoriais e biópsias das lesões muitas vezes são necessárias para se estabelecer o diagnóstico diferencial e tratar o quadro de maneira específica e adequada.
Há alguns fatores predisponentes para a estomatite aftosa recorrente (EAR):
Geralmente, o aparecimento da EAR ocorre durante a infância com a tendência para a diminuição da úlceras, em frequência e gravidade, durante o crescimento. Aproximadamente 80% dos pacientes desenvolvem a doença até os 30 anos.
TRATAMENTO
Desde o advento dos antiinflamatórios tópicos ( uso local ) de alta potência , a maioria dos pacientes consegue um bom controle dos sintomas, sendo a intervenção precoce a chave para o sucesso terapêutico.
Tais lesões constituem um desafio na prática clinica diária, tanto aos médicos quanto aos pacientes, por serem afecções comuns ( acometem mais de 10% da população mundial ), de causas multifatoriais e de ocorrência recorrente.
Considerando-se a apresentação extremamente dolorosa e inflamatória da lesão, a afta é sem dúvida, altamente prejudicial e limitante às atividades diárias das pessoas. A dor intensa não raro, limita a fala, a alimentação e a deglutição.
As EAR têm início com o aparecimento de lesões ulcerativas em qualquer região da mucosa oral ou orofaríngea, apresentando-se em formas, tamanhos e quantidades variadas.
As estomatites aftosas recorrentes têm etiologia multifatorial e ainda contraditória.
Contudo, é importante fazer o diagnóstico diferencial com outras doenças que cursam com lesões ulcerativas na cavidade oral, como Doença de Crohn, doença celíaca, neutropenia inespecífica, infecção por HIV e síndrome de Behçet. Exames laboratoriais e biópsias das lesões muitas vezes são necessárias para se estabelecer o diagnóstico diferencial e tratar o quadro de maneira específica e adequada.
Há alguns fatores predisponentes para a estomatite aftosa recorrente (EAR):
- História familiar
- Traumas locais ( má oclusão dentária , aparelhos ortodônticos, gomas de mascar, etc)
- Fatores emocionais ( estresse )
- Hipersensibilidade alimentar ( glúten, ác. benzóico, ácido ascórbico, corantes, chocolate, café, amendoim, morango, tomates , queijos, etc.)
- Fatores hormonais ( contraceptivos oaris , ciclo menstrual )
- Vírus (herpes simples, varicela -zoster, epstein-baar, etc)
- Bactérias (H. pylori)
- Deficiências hematológicas ( carências de ácido fólico, ferro, vitaminas B1, B2, B6 e B12)
- Causas gastrointestinais ( refluxo gastroesofágico, gastrites, doenças inflamatórias intestinais) são muito frequentes.
Geralmente, o aparecimento da EAR ocorre durante a infância com a tendência para a diminuição da úlceras, em frequência e gravidade, durante o crescimento. Aproximadamente 80% dos pacientes desenvolvem a doença até os 30 anos.
O sintoma de queimação local ou dor por 24 a 48 horas pode preceder as úlceras orais. As lesões são dolorosas, rasas, bem definidas, redondas ou ovais, com fundo necrótico recoberto por uma membrana amarelo-acizentada. A dor dura de 3 a 4 dias, quando a epitelização poderá se iniciar em um processo de resolução espontânea.
TRATAMENTO
A maioria das úlceras aftosas tem resolução espontânea, entretanto o tratamento sintomático na fase aguda e dolorosa da doença faz-se necessário.
O melhor tratamento para a EAR é aquele que controla as úlceras pelo maior tempo possível com os mínimos efeitos colaterais.Desde o advento dos antiinflamatórios tópicos ( uso local ) de alta potência , a maioria dos pacientes consegue um bom controle dos sintomas, sendo a intervenção precoce a chave para o sucesso terapêutico.
É fundamental afastar ou tratar doenças sistêmicas associadas ( doenças inflamatória intestinais, carência de ferro e vitamina B12, entre outras). Muitas vezes, o diagnóstico de tais doenças é feito apenas pela presença suspeita de aftas orais recorrentes ou de difícil cicatrização.
sexta-feira, 20 de maio de 2011
15 de Maio - Dia internacional do Celíaco
A data foi instituída, principalmente, para chamar a atenção dos governos e sociedade sobre a importância da criação de políticas públicas que garantam os direitos dos cidadãos celíacos. Além do Brasil, a data foi adotada por vários países como Estados Unidos, Uruguai, Argentina, Espanha e Canadá.
Pelo fato dos sintomas serem variados e estarem associados a outras doenças, muitas pessoas podem ser celíacas e não saber. Quanto mais rápido for o diagnóstico, melhor será a possibilidade de a pessoa conviver com a condição celíaca, sem maiores prejuízos ao organismo. Do contrário, é possível que o celíaco passe toda sua vida enfrentando as consequências da doença, que podem levar à formação de tumores e estados de desnutrição crônica, sem que ele saiba que retirando de sua dieta alimentos com glúten é possível controlá-la.
Para saber mais detalhes sobre a doença celíaca e a programação do evento, visite o site: http://www.doencaceliaca.com.br/
Fonte: http://www.fbg.org.br/
Adalimumabe em Retocolite Ulcerativa Inespecífica - Estudos
O DDW ( Digestive Disease Week) é um dos maiores e mais relevantes congressos mundiais de Gastroenterologia. Neste ano o evento foi realizado na cidade de Chicago, entre os dias 7 e 10 de maio. Dr. William J. Sandborn, da Universidade da Califórnia ( San Diego, Estados Unidos ), apresentou resultados de um importante estudo sobre o uso da terapia biológica adalimumabe na Retocolite Ulcerativa (RCUI). Utilizando o mesmo esquema de indução (160/80mg) e de manutenção (40mg, a cada 14 dias) para a doença de Crohn, os autores demonstraram que o adalimumabe é capaz de induzir e de manter a remissão clínica em número estatisticamente significativo de pacientes com RCUI moderada a severa que apresentaram falha às terapias tradicionais, incluindo corticosteróides e imunossupressores. O biológico adalimumabe ainda não está aprovado para uso na RCUI em diversos países, incluindo o Brasil.
Estudos como esse dão embasamento e segurança para novas e auspiciosas indicações do medicamento.
quarta-feira, 11 de maio de 2011
sábado, 19 de março de 2011
Rastreamento de Câncer Intestinal em pessoas assintomáticas
Falaremos mais uma vez em PREVENÇÃO, atitude importante quando pensamos em saúde, qualidade de vida e longevidade.
O Câncer intestinal (Colorretal - CCR) é uma das neoplasias mais diagnosticadas mundialmente e em decorrência de sua alta prevalência, do longo período assintomático e da existência de lesões pré-malignas tratáveis, preenche todos os critérios para um rastreamento populacional de rotina.
Dentre os procedimentos utilizados para esta avaliação, a colonoscopia destaca-se como exame padrão-ouro pela possibilidade de observação de toda a mucosa intestinal, além de permitir a identificação, biópsias ou total ressecção de lesões pré-cancerosas ( pólipos adenomatosos, por ex.).
Dados da literatura científica nos mostram que a realização de colonoscopia em pessoas assintomáticas acima de 50 anos detecta alterações em aproximadamente em 65% dos exames (pólipos, divertículos, colites inespecíficas, alterações vasculares, entre outras). Portanto, o possível tratamento endoscópico das lesões encontradas, especialmente os pólipos, pode levar à diminuição da incidência do câncer colorretal.
O Colégio Americano de Gastroenterologia estima uma incidência média de 25% de lesões pré-malignas encontradas em colonoscopias de indivíduos assintomáticos, acima de 50 anos e sem história de risco para câncer intestinal.
Dentre os fatores de risco para o desenvolvimento de câncer intestinal em pessoas assintomáticas estão a história familiar para parentes de primeiro grau com CCR, tabagismo, dieta pobre em fibras e alcoolismo moderado ou intenso.
A idade recomendável para início do rastreamento é de 50 anos em pessoas assintomáticas, sem história familiar positiva. Entretanto, vale ressaltar que aproximadamente 7 a 30% dos casos de câncer intestinal ocorrem em pessoas abaixo de 50 anos, muitas delas sem fator aparente de risco para a doença.
Mediante todos estes dados, vemos que a prevenção do câncer intestinal faz-se necessária e apresenta um importante impacto na evolução da doença. Mesmo quando já houve transformação maligna, o tratamento do câncer inicial pode curar ou aumentar a sobrevida.
O hábito de rastreamento salva vidas, a evidência na literatura é muito clara. O rastreamento permite a detecção precoce das leões neoplásicas e diminui a mortalidade para câncer colorretal e mais além disso diminui a incidência do câncer colorretal. Faça do rastreamento e prevenção um habito de vida, solicite para seu médico.
Câncer intestinal - prevenir é ter saúde!
Não deixe de fazer o exame colonoscópico quando solicitado.
Saiba mais. Leia também:
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